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6 responses

  1. como te entendo, é essa a ideia que eu sempre defendi, as relações devem ser alimentadas todos os dias, não devem ser tomadas como garantidas, nós mulheres devemos ter uma postura independente, sim, pq antes de termos uma relação com alguém tinhamos vida, não consigo entender pq que algumas mulheres parece que deixamde viver e se fecham nesse mundinho, casa, marido. A serio que me faz uma comichão no cerebelo, não há pachorra. E igualmente importante é saber que quando algo está mal não é só culpa de um, mas sim dos dois 🙂

  2. Desculpe-me a franqueza, mas o seu blog é muito fraco. As suas ideias não são ideias, mas sintomas de um egotismo desesperado. A pseudo sofisticação do que diz não é outra coisa que não uma vontade de encontrar em tudo um espelho para si mesma, é pobre e ordinária. Não é ordinária não nos efeitos, ou pela gíria mais ou menos popular que possa ou não utilizar. É ordinária nos fundamentos: o objecto do seu discurso é constantemente desmentido em nome do próprio discurso. O principal protagonismo daquilo que diz é o desejo incontido de querer dizer tudo sobre si mesma, excluindo a realidade naquilo que a realidade tem de radicalmente indesmentível: a desilusão que põe limites à maneira como nos entregamos a nossa própria persona. Desculpe-me a franqueza. Espero que aceite bem esta critica.

  3. Nada de clarividente como se por acaso soubesse o dia seguinte. A posição perante a jornada da vida tão natural como qualquer outro depende sempre das circunstâncias. Claro.

  4. Sabe, Sílvia, existem pessoas que fodem demasiado com a cabeça e menos com o sexo, com as mãos ou com a língua. Aqueles que durante o dia, no comboio, no local de trabalho, fodem os cus e as ratas de tantas mulheres e imaginam como seria bom. No entanto, quando chegam a casa cheios de tesão e depois de um coito ultra rápido, ficam exaustos pela descarga de energia e lá se vão todos os pensamentos eróticos e todos os desejos fantásticos dilacerados pelo orgasmo e a grande maioria das mulheres aguarda por melhores dias. E estes são os machos que dizem que é ordinária e pobre de discurso, aqueles que mentem compulsivamente ao seu cônjuge com medo de reconhecerem a vontade que têm de comer outras mulheres, como se isso fosse novidade. Não vejo nada de mal nisso, até porque sinto exactamente o mesmo em relação a algumas mulheres, apesar de ser casado, e isso até é muito bom. A diferença é que conto à minha mulher o que penso e o que desejo e ai a distância entre o desejar e o ter fica bem mais curta porque foi partilhada e todo o tesão ficou direccionado para ela e tudo fez sentido. Como diz num dos seus espectaculares textos: “Fodamos….” Parabéns pelo discurso, parabéns pela simplicidade, obrigado por ser assim, nua, mas sóbria. Abraço.

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