Revenge Porn – Delas.pt

Quem nunca enviou uma foto desnuda a alguém que mal conhece, que atire a primeira pedra. Para ler mais, em Delas.pt. 

“Tudo começa com uma mensagem de flirt , que puxa outra mais explícita, que faz nascer uma foto mais ousada e, quando se dá pela coisa, já circulam imagens de corpos nus e vídeos de sexo caseiro sem que um dos interlocutores saiba. Normalmente, é a mulher o interlocutor que desconhece que a sua intimidade não é assim tão íntima. Chama-se a isto revenge porn, ou pornografia de vingança, numa tradução livre. E acontece quando um dos membros que antes se deleitava com este jogo erótico se cansa das regras e as altera sem avisar. As imagens são rapidamente distribuídas online, postadas em fóruns e outros buracos da internet para gáudio de quem vê e comenta e, sobretudo, da mão que carregou no play.”

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Delas.pt – líbidos diferentes

Este blog anda a banhos mas há sempre tempo para coisas boas.

Quem já esteve numa relação sabe o que todos temos pudor de admitir e reconhece uma verdade que só alguns têm coragem para assumir: os membros do casal não têm a mesma libido. É um facto, está provado, mas, ainda assim, em início de paixão fulgurante, fingimos ou esquecemo-nos de que é assim e convencemo-nos que a força e a febre sexuais dos primeiros tempos se vai manter para sempre. Não vai. E está na altura de enfrentar o assunto.

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Delas.pt – dogging

Sobre dogging, no Delas.pt.

Quem é amiga, quem é, que vos traz coisas bonitas logo pela manhã?

Nascida em Inglaterra na década de 70, o nome desta prática, ao contrário do que possa induzir a palavra, não tem especificamente a ver com o dog, o cão, mas com o facto de os mesmos poderem ter sexo na rua, o que, no fundo, é o ponto essencial do dogging . Se ultrapassarmos o estrangeirismo, o dogging é a prática pública de sexo consentido, dentro do carro, com uma ou mais pessoas a ver, normalmente enquanto se masturbam. Ao exibicionismo junta-se o voyeurismo. Combina-se o prazer de fazer com o prazer de observar, ruma-se a um parque ou lugar isolado ou de pouco movimento, e eis que o dogging se dá em todo o seu esplendor. Diz quem sabe que o prazer sexual se intensifica pelos pares de olhos que observam de perto através do vidro do carro, gerando mais excitação.

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Sexless

Novo artigo no Delas.pt

Há quem diga que a líbido esmorece, que o interesse desaparece, que a vontade fenece, mas será o casamento o verdadeiro responsável pelo fim do sexo nas relações? Não faltam relatos de vidas sexuais excitantes antes do “sim, aceito”, ou mesmo nos tempos em que a ideia de vida em comum ainda não foi concretizada. As histórias começam quase sempre do mesmo modo: uma atração fulminante, uma sexualidade diversa, constante, primorosa, até que o casamento ou a vida em comum se divertem a desfazer aquilo que a natureza e o desejo construíram. Será que a intimidade e o doméstico matam a vida sexual dos casais?

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Delas.pt – Cadê você, Ponto G?

Será que ele existe?

Como em tanta coisa na sexualidade, sobretudo feminina, as dúvidas existem e devem ser consideradas. Mas o facto de os estudos feitos não contemplarem mulheres até bastante tarde faz com que muito pouco se saiba sobre o modo como as mulheres respondem aos vários estímulos. Naturalmente, não ajuda que, como sociedade, tenhamos uma quase obsessão pouco saudável pelo lado performativo do sexo, esquecendo o desejo, o erotismo e tantas outras razões que o tornam rico e colorido.

Mais em delas.pt.

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Delas.pt – Bissexuais, nós?

Já saiu mais um artigo no Delas.pt

Seremos todas bissexuais?

Seremos todos bissexuais? O que se sabe e se observa é que há uma certa cultura pop que amplifica a bissexualidade como uma orientação válida e fora da penumbra do preconceito. Desde Katy Perry que canta ter gostado de beijar uma mulher ou a atração por mulheres assumida por Angelina Jolie, passando pela ambivalência sexual de Lou Reed, os tempos modernos parecem aceitar que a bissexualidade não apenas existe como está aí de pedra e cal. Se isso tem paralelo nos meios académicos e laboratórios de ciências sociais, ainda está para se ver. Mas o que sabemos, até agora, é que a orientação sexual de cada um está ligada ao modo como nos identificamos a cada momento. Se isso nasce connosco ou se é apreendido ao longo da vida, ainda está para ser provado.

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